Nov 14
Esta artista foi-me dada a conhecer hoje. É compatriota de Emiliana Torrini, uma das minhas cantoras favoritas (que infelizmente não consegui ir ver ao vivo a semana passada…), que é como quem diz, da Suécia. A sonoridade dela é um pouco diferente da da primeira, e quando a ouvi pela primeira vez quase jurava que era algures do médio oriente - é uma sonoridade que me apraz bastante, diga-se de passagem (se bem o som tem vários tipos de influências). Laleh, de seu nome, canta na sua língua natal, mas como qualquer artista que se preze actualmente, lá tem umas cançõezinhas em inglês. Quanto à sua biografia, daquilo que consegui apreender, da tradução googliana do seu site oficial, Laleh tem formação musical em bateria, percussão, piano, no entanto, ela usa bastante a tecnologia electrónica para escrever as suas músicas. Laleh reconhece que a sua música não é só sua e que ao passar para o público, ganha uma nova vida e segue o seu caminho. Laleh é a sua própria produtora, compositora e editora, tendo um total controlo na sua música. Está actualmente a trabalhar no seu terceiro álbum.
Deixo-vos aqui dois vídeos, um em cada língua. Espero que gostem!
Nov 11
Quem não se lembra da Rua Sésamo? Bem, talvez só as pessoas acima dos 23 ou 24 anos é que se lembram do que era este programa. Eu não perdia um, adorava aquelas cançõezinhas que nos ajudavam a contar e ensinavam coisas que nos faziam bem, como comer Sopa (desde que ouvi isto, ainda andava na primária, nunca mais esqueci o refrão desta canção) ou fazer ginástica!
Ah, só me de me lembrar daquela miríade de personagens, desde o Ferrão com o seu Agripino (ainda alguém se lembra como surgiu o agripino?? hehe), até ao Monstro das Bolachas, passando pelo Poupas (a personagem mais gozada de todas…coitadito) e pela dupla Egas e Becas, não esquecendo o meu favorito: O Conde de Contarrrr.
Era engraçado ver uma repetição desta série não acham?
Jubylee
Nov 04
Jubylee
P.S.:acho que mudar o nome do blogue para Google Blog…que falta de imaginação que por aqui anda!
Oct 29
Jubylee
P.S.:Isto têm andado muito parado, eu sei, mas a falta de tempo e concentração para escrever tem falhado. Volto em breve. Prometo (aos 2 leitores que ainda se deslocam aqui ao meu local de broadcast ; )
Sep 28
Sep 27
Sep 22
Esta rubrica costuma ser de um vídeo apenas, mas este filme tem tantos momentos bons, que seria um crime referir-me apenas a um.
Jubylee
Sep 21
Sep 07

O novo filme de Tarantino era esperado com grande expectativa (como quase sempre), especialmente após a saída dos primeiros teasers e trailers. Com “Inglorious Basterds”, Quentin Tarantino introduziu a sua filmografia na categoria dos filmes de Guerra, sendo este, como não é excepção, uma homenagem (acho que se pode dizer isto) a esse conjunto tão vasto de filmes.
No filme acompanhamos 3 linhas principais:
- a história de Shosanna Dreyfus, uma judia que escapa ao homícidio cometido sobre a sua família e que procura vingança;
- a história de um grupo de assassinos, os Inglorious Basterds, que percorrem a França ocupada a fazer emboscadas a soldados alemães, que raramente escapam com vida (mas não incólumes), sendo os restantes escalpados sem qualquer cerimónia.
- a história do General Hans Landa (o actor que mais sobressaiu no meio de performances soberbas), denominado pelos seus inimigos como “Jew Hunter”, o que desde logo denota a sua missão ao serviço dos nazis. Ele procura e destrói Judeus escondidos – de forma bastante implacável, diga-se de passagem, mas sempre com alta classe e inteligência.
O trailer deixava entender que o filme seria cheio de acção e muitas mortes à mistura, mas não é bem assim. Apesar da duração prolongada (cerca de 153 minutos), o filme não se torna chato, visto que temos histórias separadas que ocasionalmente se cruzam. Os diálogos de Tarantino continuam acutilantes e interessantes, mesmo em línguas não inglesas, como o alemão, o francês ou o italiano (sendo que aqui temos um dos momentos mais hilariantes do filme). É certo que Tarantino faz as suas referências a outros filmes. “Inglorious Basterds” é supostamente um remake do filme italiano ( “Quel maledetto treno blindato”) do mesmo nome de 1978, mas o realizador prefere antes denominá-lo como um filme Anti-“Valkyrie” – eu ainda não vi o último filme de Brian Singer, por isso não posso comentar, mas para quem viu, concerteza isto deve dizer alguma coisa. Infelizmente, a minha cultura cinematográfica é ainda muito pequena no que a filmes de guerra (e já agora à História da Segunda Guerra Mundial) diz respeito, para poder apreciar todas as referências que o realizador e argumentista faz.
Como filme a mim enche-me as medidas, considerando-o já um dos melhores do ano. A única coisa que não gostei tanto foi a utilização, à semelhança de “Kill Bill”, de capítulos. Acho que não faz grande sentido neste filme em concreto. Uma das coisas que adorei foi a apresentação de certas personagens como a pequena história sobre o alemão que faz parte dos Inglorious Basterds, o Sargento Hugo Stiglitz. Muito bom!
Quanto aos actores, é um caso raro, uma vez que não se pode dizer que haja uma única interpretação menos boa - mesmo as mais curtas, como por exemplo, Michael Fassbender, cuja personagem está na origem de um dos melhores momentos do filme. Depois de ver o filme a pergunta que mais me fizeram foi: “O que achaste do Brad Pitt?”. É difícil responder a esta pergunta. No trailer ele tem um grande destaque e realmente no filme ele está muitíssimo bem, mas há um outro actor que sobressai em grande neste filme, roubando todas as cenas em que entra: Christoph Waltz. Eu, visto que tenho a grande falha de ver muito pouco cinema europeu, não o conhecia de todo e fiquei agradavelmente surpreendida com a sua prestação. Waltz nasceu em Viena de Áustria em 1956. Estudou no Max-Reinhardt-Seminar em Viena e no Instituto Lee Strasberg Theater em Nova Iorque. A sua carreira é na sua maioria passada em séries de TV alemãs, com participações pontuais em alguns filmes alemães. Como se vê no filme, Christoph é fluente em várias línguas, as mesmas que se ouvem no filme.
A participação de Waltz não passou despercebida em Cannes, onde, apesar das opiniões ambíguas dos críticos que assistiram à estreia mundial do filme, ganhou o prémio para Melhor Actor. Já há quem peça o Óscar a este actor. Eu espero pelo menos a nomeação.
Mas não quero que pensem que o filme é só Waltz (ou Hans Landa, se quiserem). Tarantino contou grandes interpretações de vários actores, na sua maioria europeus e talvez menos conhecidos do grande público: Mélanie Laurent (que já havíamos visto por cá em “De Battre Mon Coeur S’Arrétè”), Diane Kruger (mais conhecida pelos filmes norte-americanos “Troy”ou “National Treasure”), Daniel Brühl ( “Good Bye Lenin!” ou “Os Educadores”), Eli Roth, Til Schweiger, Sylvester Groth ou Mike Myers.
Só resta referir a banda sonora. Como de costume eclética em que se inclui o já mais que utilizado Ennio Morricone, Jacques Loussier, David Bowie, Nick Perito, entre outros.
Para mim este filme é altamente recomendável e penso que quem não gosta habitualmente de Tarantino vai apreciá-lo.
Deixo-vos o trailer para aguçar o apetite a quem ainda não viu.
“Inglorious Basterds” site oficial
Jubylee
Sep 02
Eu é raro falar de bola, mas esta capa é impagável!! LOL
Jubylee
Aug 29
Aug 25
Aug 14
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