A Momentary Lapse of Reason

Mar 12
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imwithkanye:

Skyfall. Here’s a first look at Javier Bardem in the new Bond film. [more]

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Jan 14
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imwithkanye:

chainletter2:

BOND!

According to GQ, this is the first official image from the 23rd Bond film, Skyfall, and “it reveals nothing more than Daniel Craig’s shapely back, but as we all know, a secret agent in swimwear can be a great look.” [via]

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BOND!

According to GQ, this is the first official image from the 23rd Bond film, Skyfall, and “it reveals nothing more than Daniel Craig’s shapely back, but as we all know, a secret agent in swimwear can be a great look.” [via]

Dec 26
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I have no armour left. You’ve stripped it from me.
— James Bond in Casino Royale
Nov 12
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Double O Seven (Pode conter (pode? É que tem mesmo!) SPOILERS)

Quantum of Solace abre com uma bela perseguição a James Bond, que desde a última vez que o vimos procura os responsáveis pela morte de Vesper Lynd. É aqui que Bond (Daniel Craig) e M (Judi Dench) se dão conta da existência de uma organização “underground” de que nunca ouviram falar, mas que, cedo se dão conta, tem tentáculos bem compridos.
Bond parte no encalço de uma pista em direcção ao Haiti onde conhece o Mr. Greene (Mathieu Amalric), uma das pessoas mais influentes nessa misteriosa organização, e a bela Camille (Olga Kurylenko), que também tem uma vingança para levar a cabo… O amigo americano da CIA, Félix Leiter (Jeffrey Wright), volta, assim como o agente italiano, agora na reforma, Mathis (Giancarlo Giannini). Os interesses de todas estas personagens vão-se cruzar dificultando a descoberta pela verdade, que corre meio mundo até acabar na Bolívia.

O filme começa muito bem. A descoberta de uma organização de tal magnitude até agora encoberta de toda a gente provoca um grande interesse. No entanto, em vez de tentarem mostrar como essa organização influencia os interesses mundiais no seu todo, concentram todo esse poder num único homem, Mr. Greene, fornecendo uma ideia limitada do vilão – que para mim é menos interessante do que seria uma organização com várias entidades em lugares chave (o que é revelado, muito de relance, mas cuja interacção nunca se conhece…a cena é muito interessante, no entanto, com a “Tosca” de Giaccomo Puccini como pano de fundo). Temos de novo duas “bond girls”: Camille e Agent Fields (Gemma Aterton). Enquanto a primeira ainda consegue deixar a sua marca, a segunda já não sei para que existiu (uma tentativa falhada de manter aquele charme mulherengo do antigo 007, que para mim, no novo contexto não tem sentido). Olga Kurylenko, apesar de ser uma modelo, ainda iniciante neste meio, saiu-se bastante bem na minha opinião. Não sei é se conseguirá ter papéis que vão além da sua beleza física. Este ano já foi vista no filme “Max Payne”, onde contracena com Mark Walhberg e anteriormente em “The Hitman”, com Timothy Oliphant.

Daniel Craig volta a ter uma grande interpretação e arruma para o lado todos os detractores que surgiram aquando de “Casino Royale” com um Bond rebelde e sempre pronto a ultrapassar os limites que lhe querem impor. Embora me agrade esta nova personagem James Bond, fica uma certa nostalgia pelo James Bond de Sean Connery (my all time favorite!) e parece que os escritores também a sentem, tendo feito uma referência a “Goldfinger” trocando o ouro pelo “ouro negro” (aha! Já descobri a razão de ser da Agent Fields - Strawberry Fields, in fact).

O filme acaba de uma forma que eu acabei por não achar assim tão boa. Achei a morte de Mathis metida a martelo e o fim de Mr. Greene foi tão descabido (eu achava muito mais interessante que ele conseguisse escapar…ou pelo menos que fosse mais difícil de se deixar apanhar…).

Para acabar, só uma nota relativamente à realização. Eu sei que eles tentam modernizar esta personagem mas, imitações falhadas da câmara em movimento em filmes como a trilogia Bourne não dá… Só dá para ter dores de cabeça (será que fui a única que achou aquilo um bocadinho demais?).

No entanto e apesar de tanta má língua, tenho a dizer que gostei do filme. É um bom filme de acção com um argumento melhor do que a média mas não está, na minha opinião, ao nível de Casino Royale. Talvez o próximo seja melhor. Deixo-vos o tema deste 22.º Bond Movie, da autoria de Jack White dos White Stripes. Não é dos meus favoritos, mas até gosto. E vocês, qual é o vosso tema favorito ou nem sequer conhecem metade?



Jubylee



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