A Momentary Lapse of Reason

Jan 14
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(Source: pushthemovement, via d-rezz)

May 17
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Mas antes temos um dos acontecimentos cinematográficos do ano (para mim pelo menos…). O novo filme do Terrence Malick estreia já para a semana e eu já ando a salivar há alguns meses. Mal posso esperar!


Jubylee

Nov 12
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Classic Wonders



A woman… so ugly on the inside she couldn’t bear to go on living if she couldn’t be beautiful on the outside. A drug dealer, a drug dealing pederast, actually! And let’s not forget the disease-spreading whore! Only in a world this shitty could you even try to say these were innocent people and keep a straight face. But that’s the point. We see a deadly sin on every street corner, in every home, and we tolerate it. We tolerate it because it’s common, it’s trivial. We tolerate it morning, noon, and night. Well, not anymore. I’m setting the example. What I’ve done is going to be puzzled over and studied and followed… forever.


Jubylee

Jan 19
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“Life isn’t measured in minutes, but in moments”

[Pode conter SPOILERS]

O último filme de David Fincher chegou finalmente às nossas salas esta semana. Brad Pitt interpreta aqui Benjamin Button, um homem que nasce com o aspecto e saúde de um ser humano a morrer de velhice mas que, com o tempo, descobre que vai-se tornando cada vez mais novo. É abandonado pelo pai à porta de um lar onde Queenie, a responsável, o cria e aí vai crescendo com a velhice e a morte e o tempo estagnado à sua volta. É aí que conhece Daisy (Cate Blanchett), a neta de uma das velhotas, e com quem constrói uma relação que se mantém ao longo do tempo com intermitências e com as dúvidas inerentes à situação em que uma das pessoas vai a caminho da velhice e a outra em direcção à infância. A história é contada no presente, pela filha de Daisy (uma Julia Ormond de volta às grandes produções), Caroline, que vai lendo o diário de Benjamin à mãe, enquanto ela espera pela morte.
É uma fábula, que, após ter saído do cinema me fez lembrar um pouco a história de Forrest Gump, noutro contexto, mas com uma dose de fantasia semelhante (bem, talvez um bocadinho menos). Não é um drama de chorar os 166 minutos de duração do filme, pois tem vários momentos humorísticos, de fantasia, de romance. É um filme que mete tudo e que nos faz pensar um pouco no nosso caminho de vida e como a queremos encarar e na nossa relação com os outros, pois a morte vem aí, quer a gente queira quer não. Eu saí do cinema a pensar que dar o nosso último sopro com o corpo e a mente de um bebé ao colo de alguém não deve ser assim tão mau…
Para mim, neste filme, quem se destaca é mesmo Cate Blanchett, está perfeita e penso que ofusca todos aqueles que contracenam com ela. Mais um grande trabalho de uma actriz excelente. Também de assinalar a prestação de Taraji P. Henson como Queenie, que chamou a atenção de Fincher após ter feito “Hustle & Flow” - lembram-se dela na cerimónia dos óscares a interpretar “It’s hard out there for a pimp”?
De nota ainda a pequena aparição de Elias Koteas como Mr Gateau - o relojoeiro cego que constrói um relógio que anda ao contrário – e Tilda Swinton, como Elizabeth Abbott, o pequeno affair overseas de Benjamin.

“The Curious Case of Benjamin Button” foi escrito por Eric Roth, tendo como base um pequeno conto do escritor norte-americano F. Scott Fitzgerald, “Curious Case of Benjamin Button”. Roth é o responsável por outros argumentos tais como “Munich”, “The Insider”, “Ali”, “The Good Shepard” ou o já referido “Forrest Gump”.
Deixo-vos aqui a entrevista de Charlie Rose (sim, tornei-me uma fã!) a Brad Pitt e David Fincher a propósito do filme, datado de Dezembro de 2008. Uma entrevista que, como de costume não se cinge apenas ao tema que proporciona o encontro, mas que aborda vários temas. Aconselho a ver, mas talvez depois de verem o filme.




Jubylee


Sugestões? Reclamações? Erros de ortografia, semântica e afins? Dois dedos de conversa?<

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a.momentary.lapse.reason@gmail.com