A Momentary Lapse of Reason
May 03
Feb 28
Feb 02
(via shootthedevil)
Jan 16
Jan 10
(via shootthedevil)
Jan 09
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Jan 02
É só na sala de cinema que, de facto, experienciamos “Drive”. A introdução é majestosa, ao som de Chromatics e o “genérico”, acompanhado por Kavinsky dá um toque algo nostálgico à película. O filme tem outro “sabor”, if you catch my drift. Sente-se um toque de filme noir, mas ao mesmo tempo parece que estamos a ver uma série policial; temos o choque dos filmes gore, mas também há as alucinantes perseguições de carros (das melhores cenas que este filme podia ter providenciado).
Dec 28
Nov 29
E parece que alguém ouviu as minhas preces! “Drive” vai estrear na próxima semana, no dia 8 de Dezembro. Alguém na onda?
Nov 15
» The Film Pipe: Film Review: Drive (2011)
Nov 10
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Oh My Love - Riz Ortolani (feat. Katyna Ratieri)
[PODE CONTER SPOILERS] E bom. Esta semana foi a semana de Ryan Gosling. Comecei com “Crazy, Stupid, Love”, passei por “Drive” e acabei hoje com “The Ides of March”. E todos deste ano! O rapaz está em altas lá para Hollywood. E muito bem, digo eu :)
Primeiro, “Crazy, Stupid, Love”. Este não estive para ver no cinema, porque enfim, aquele trailer não augurava nada de novo no mundo dos filmes. Bem, até tinha alguma razão, mas não deixa de um filme bom de se ver num domingo à tarde. E depois também sou suspeita. Sou uma hopeless romantic e estes filmes, minimamente bem feitos sempre me entretêm. Ora, como já devem saber, este filme conta a história de Cal Weaver (Steve Carrell), quando a mulher (Julianne Moore) lhe admite a traição e pede o divórcio. O seu mundo desmorona-se e Cal ao afogar as suas mágoas num bar faz amizade com Jacob (Ryan Gosling), o playboy de serviço, que é irresistível a tudo o que é mulheredo. Com ele, Cal vai aprender a maravilhosa arte da sedução. Entretanto, Jacob, apesar de grande conquistador, acaba por se apaixonar por aquela que, precisamente, lhe resiste repetidamente. Ah, é o amor! hehe Pronto, já viram que isto é mais do mesmo e que realmente só para ver em casa no conforto do lar, num domingo à tarde (à falta de algo melhor para ver…). Já para não falar do pormenor de que este filme teve dois realizadores - isto devia ser uma coisa muito complicada de filmar… Além dos actores já referidos, “Crazy, Stupid, Love” conta também com a participação de Kevin Bacon e Marisa Tomei (que repete a contracena com Gosling em “The Ides of March”). Ah! E Josh Groban também faz aqui uma perninha. Tem jeito o rapaz. Entretanto, tive de arranjar o “Drive”. Estou com a ligeira impressão de que ou não estreia, ou se estrear, vai ser daqui a muito tempo e em muito poucas salas. Este filme está a gerar um grande hype nos states e não pára de surgir-me aqui pelos blogues. Como tenho tempo de sobra, lá foi. “Drive” tem uma história muito simples. Ryan Gosling interpreta um duplo de cinema em Hollywood, que conduz carros a alta velocidade. É um trabalho em part-time, já que durante o resto do dia é mecânico e à noite conduz carros a quem fizer marcação, no questions asked. Entretanto surge o interesse amoroso, a vizinha do lado, Irene (Carey Mulligan), que vive sozinha com o filho e tem o marido na cadeia, mas que retribui o dito interesse. Podia continuar o resumo, mas acho que é melhor ficar por aqui, se não ia estar a revelar muito. Posso dizer que é um filme muito bem filmado e com uma banda sonora que fica no ouvido - muito música electrónica dos anos 80. Se não for por mais nada, que oiçam a banda sonora. Está muito boa mesmo! O filme conta ainda com mais actores de renome, Albert Brooks, Ron Pearlman, Bryan Cranston (conheci-o primeiro em “Seinfeld” - o dentista… - e agora está em altas com a série “Breaking Bad”). Quanto ao realizador, de origem dinamarquesa, Nicolas Winding Refn, foi escolhido pelo próprio Gosling. Com trabalho como realizador assim como escritor, dedicou-se mais a trabalhos para a televisão. Eu devo dizer que foi uma escolha muito boa e dei agora conta que ele também realizou um filme tenho em espera há que tempos: “Bronson”, com o Tom Hardy. A banda sonora, a que já me referi atrás, é escrita por Cliff Martinez, o compositor habitual de Steven Soderbergh, com participações pontuais dos Kavinsky e um momento lindíssimo com a canção “Oh My Love”, escrita por Riz Ortolani para o filme italiano de 1971, “Addio Zio Tom”. A sonoridade é totalmente electrónica dos oitenta e deixo aqui a introdução do filme para terem uma pequena amostra do que é esta longa-metragem.
E por fim, hoje fui assistir ao último filme realizado por George Clooney, “The Ides of March”. Numa frase (que importei convenientemente ali da base de dados de cinema): Um acessor idealista de um candidato presidencial estreante recebe um curso intensivo sobre política suja durante a campanha
E, de facto, é isto. Ryan Gosling tem aqui o papel principal, enquanto Clooney se põe um pouco à margem, preenchendo a vaga do candidato (será isto alguma dica??). Este filme conta com uma panóplia de actores que me agradam bastante, onde se contam Phillip Seymour-Hoffmann, Evan Rachel Wood, Paul Giamatti, Marisa Tomei, Jeffrey Wright. Uma nota para a actriz Jennifer Ehle, que já é uma velha conhecida minha, dessa bela mini-série da BBC “Pride and Prejudice” (onde também conheci Colin Firth como Mr. Darcy…). Nos últimos dois anos tem surgido em filmes com alguma atenção mediática, “The King’s Speech”, “Contagion” e agora “The Ides of March”, o que me apraz de certa forma :). Trata-se de um drama político, bem à maneira de Clooney e que me fez pensar que é ele o herdeiro de Sydney Pollack. Veremos… “The Ides of March” estreia hoje em todo o país e recomendo vivamente a sua visualização na sala escura do cinema, se puderem ;) Entretanto, George Clooney deu uma entrevista a Charlie Rose (que também fez uma perninha no seu filme). Podem vê-la aqui. E, já agora, uma curiosidade a propósito da expressão “Nos Idos de Março” (Idus Martiae). Esta era a designação que os Romanos davam ao dia 15 de Março, significando a palavra latina “Idus” meio, ou metade, pelo que a expressão se relaciona com o meio do mês, havendo também uma relação com a lua cheia. Mais tarde, Júlio César foi assassinado por Brutus, passando a ser feita referência a este assassinato a expressão “Nos Idos de Março”, que foi usada por Cícero e mais tarde, por Shakespeare, na peça “Júlio César”. (Fonte:http://ancienthistory.about.com/od/caesar1/g/idesofmarch.htm) Jubylee
Nov 07
Já está ali, prontinho, à minha espera! :D
(Source: mapacheninja, via shootthedevil) |
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