You Don’t Know What Love Is - Elisa Rodrigues com Júlio Resende
A Momentary Lapse of Reason
May 30
May 03
(via quatrofun)
Apr 10
It’s Alive!!!Brad Mehldau - Jazz in Vienna 2010 Tracklist: Bitter Sweet Symphonie Smells Like Teen Spirit Waltz to J.B. Teardrop Dream Brother Dis Here Things Behind the Sun Jubylee
Mar 13
Pat Metheny & Charlie Haden - Our spanish love song (incomplete)
Não costumo ouvir muito Pat Metheny porque o tipo de jazz que ele pratica não é o que mais me apraz. Mas neste formato gosto bastante e esta interpretação está muito boa. | I don’t usually listen to Pat Metheny because his jazz is not the one I most like. But I like him very much in this setting and this interpretation is very nice indeed.
Jubylee
Feb 08
Dei com esta versão da Diana Krall da canção Jockey Full of Bourbon de Tom Waits. Também está muito boa, mas acho que continuo a preferir a interpretação do Legendary Tigerman no Coliseu. Oiçam aqui. | I found this Diana Krall interpretation of Tom Waits’ Jockey Full of Bourbon. It’s very good, mas I think I still prefer Legendary Tigerman at the Coliseu. Listen here. Jubylee (via zalx)
Feb 06
Uma das minhas interpretações favoritas deste original de Tom Waits. Diana Krall apresenta aqui o seu álbum “The Girl in the Other Room” no Hotel Pestana Palace em Lisboa. | One of my favourite interpretations of the Tom Waits’ original. Diana Krall introduces the album “The Girl in the Other Room” at the Pestana Palace Hotel in Lisbon.
You can see other recordings of this session here, here and here.
Jan 20
Jan 14
Albert Ayler - Music is the healing force of the universe (Nuits De La Fondation Maeght 1970)
Jan 08
Ontem, a propósito de um conversa sobre jazz, smooth jazz e afins, lembrei-me de um músico que adoro e que foi um dos pioneiros do chamado cool jazz, que surgiu na década de 1960 na Califórnia. Falo Chet Baker. Um trompetista prodígio, mas que teve uma vida muito conturbada com histórias de abuso de drogas, violência, prisão… Bruce Weber (que por acaso descobri esta semana que também é fotógrafo e muito bom, por sinal, através do blogue Je Suis Perdu) realizou um documentário em 1988, que aproveitei para rever hoje. “Let’s Get Lost” é um documentário cru, real, com muitas visões e opiniões e perspectivas sobre a vida espantosa que Baker teve. Apesar de tudo o que era, foi de facto um grande músico e um trompetista que ficará para a história. Aqui fica.
Yesterday, due to a conversation I had about jazz, smooth jazz and others, it came to my mind a musician I love and which was a cool jazz pioneer - that came about in California in the 1960’s. I’m talking about Chet Baker. A prodigious trompeteer, that had a very conturbed life, with prision, violence and drug abuse stories… The director (and, something I found out this week through the Je Suis Perdu blog, a very good photographer) Bruce Weber made a documentary filme back in 1988, which I watched again today. “Let’s Get Lost” is a raw and real documentary, with many perspectives, opinions and visions about the amazing life Baker lead. Despite everything he was, was indeed a great musician and a trumpeter who will go down in history. Here it is. Jubylee P.S.: Encontrei este vídeo nas sugestões do youtube. Um documentário sobre o Cool Jazz produzido pela BBC. | I found this video on youtube suggestions. A Cool Jazz doc produced by the BBC.
Sep 23
Apr 18
Ontem lá fui fazer a minha visitinha do costume ao evento anual “Dias da Música”. Ultimamente não tenho andado na correria de ver uma lista interminável de concertos e tenho optado por ir ver 2 ou 3 concertos. Este ano já não apanhei bilhetes para os concertos de abertura e encerramento e para o Mário Laginha & Bernardo Sasseti, mas consegui ainda ter lugar para o concerto da Duke Ellington Orchestra e para o concerto anterior, Sergio Tiempo a interpretar o Rach 3, em conjunto com a orquestra Orquestra Filarmónica de Brno, dirigida por Leoš Svárovský. Pelo meio ainda tive oportunidade de assistir aos concertos dados no Espaço Livre, primeiro pela Big Band Junior e depois o agrupamento da Escola do Hot Club/Luís Villas Boas.
Não conhecia de todo a Big Band Junior, mas fiquei deveras impressionada com os jovens músicos que a compõem, começando pela cantora, passando pelos trompetistas, saxofonistas, pianistas até ao baterista. Surgiu de uma parceria entre o CCB e o Hot Club, durante a Lisbon Jazz Summer School. Parece-me uma iniciativa muito boa e que provavelmente vai dar uns bons frutos daqui a uns tempos. Entretanto, enquanto esperava pelo concerto do Tiempo andei a cirandar um bocadinho. As exposições que se encontram pelos corredores são sempre muito interessantes e didáticas, mas acho que a focalização apenas no piano torna as coisas um bocado redutoras - e eu aviso já que contra mim falo. Mas acho que também era interessante saber como se constroem os outros instrumentos, como é o seu funcionamento, etc., etc. Não vi lá nada disso… E às 22h lá entrei no Grande Auditório para ouvir Sergio Tiempo. Para ser sincera não conhecia muito o trabalho do pianista. O nome realmente não me era estranho e só mais tarde é que me lembrei que ele é pupilo de Martha Argerich - fui mais atrás do repertório do que propriamente do intérprete. O programa cingia-se apenas ao Concerto para piano em Ré menor de Sergei Rachmaninov, mas não se deixem enganar, porque é uma das peças mais complicadas de tocar dentro do repertório pianístico. A audiência jubilou com a interpretação e a maioria concordou que o pianista esteve muito bem. No entanto, não posso concordar na totalidade. Sim, ele tocou tudo, mas faltou-lhe muitas vezes a clareza necessária para se perceber o turbilhão que é certas passagens desta peça - e começou logo na primeira entrada, infelizmente… Também não gostei muito da sua interpretação noutras passagens da peça, especialmente no 2.º andamento (eu também estava cansada, mas estava um bocado entediada para ser sincera) - tenho de admitir que a nível musical este pianista não me cativou nada, apesar de ter um boa técnica em geral como é óbvio…Mas pronto, depois de se ouvir pianistas como Horowitz, Richter ou Lugansky a tocar esta peça… Visto a grande satisfação do público, o pianista presenteou-nos com um encore, lembrando-nos o bicentenário do nascimento de Liszt, com a Consolação n.º 3 - apreciei mais a interpretação desta peça do que do concerto… No intervalo - visto que este ano planificaram os concertos de duas em duas horas - tive tempo para gastar algum dinheiro no marketing e ainda para ouvir um pouco do agrupamento de jazz da Escola de Jazz Luís Villas Boas/Hot Club. Muito bom também, mas numa vertente diferente da Big Band. E no fim, veio o concerto da noite (senão de todo o dia…): The Duke Ellington Orchestra. Esta banda teve origem ainda nos anos 20 e tornou-se conhecida quando em 1927 se tornou na banda do famoso Cotton Club. Duke Ellington - o pianista e maestro da banda - esteve à frente da banda até à sua morte em 1974, altura em que o seu filho, Mercer, tomou conta da banda. Apesar de muitos dos músicos originais terem falecido, a banda foi sempre recebendo novos músicos de grande qualidade, e continuou. Até hoje, em que é o neto de Ellington, Paul Mercer o maestro. Apesar de o Grande Auditório ser a sala mais adequada em termos de tamanho para receber tanta gente, ao ouvir a banda estava mesmo com vontade de estar numa sala mais pequena toda decorada ao estilo dos clubes dos anos 20. Aí o ambiente estaria mais que perfeito, porque a música foi excelente. Cada músico fez a sua interpretação a solo ou acompanhado por outro colega, havendo músicas em que rodavam vários durante a mesma. E que músicos fabulosos! Recomendo vivamente um concerto deste conjunto, se gostam deste tipo de jazz. Deixo-vos uma pequena mostra da Duke Ellington Orchestra actual e digam-me lá que não tenho razão. Jubylee Big Band Junior: facebook Sergio Tiempo: site oficial The Duke Ellington Orchestra: site oficial
Mar 20
NUNCA ME CANSO DE OUVIR
Sim, há muitas outras interpretações desta canção e, se calhar, para algumas pessoas até são bem melhores (Tony Bennett, Frank Sinatra, Sarah Vaughn, etc., etc.). Mas Diana Krall sempre teve um encanto especial para, principalmente neste ajuntamento de piano, contrabaixo, guitarra de jazz e bateria. É a minha interpretação favorita dela deste clássico e, apesar de atrasada, é uma boa dedicação à “supermoon” de ontem (não estava assim tão grande, mas mandava cá um brilho!).
Jubylee |
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